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M.OP - Passado - Rylan Gray CONCLUIDA

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M.OP - Passado - Rylan Gray CONCLUIDA

Mensagem por Pluto Kohler em Seg Out 26, 2015 9:52 am

PASSADO
Fragmentos de uma memória  


Raylan havia acabado de chegar dentro dos muros. Ele ainda tentava se adaptar às novas atividades dentro de Diamond Hall e diferentemente do lado de fora, o garoto não precisava se preocupar em dormir e ter que ficar alerta 24h sem poder de fato descansar por minuto algum. O menino pouco a pouco se endireitava na clamaria da cidade segura, como era conhecida a cidade de diamante.

Como qualquer outro dia, o garoto fora para academia de policiais para se tornar um patrulheiro. Não que esse fosse seu sonho, mas era tudo o que tinha até então. Porem, no caminho, algo de diferente lhe ocorreu e ele, sorrateiramente, escapando do pelotão, tomou outro rumo naquela manhã.

--------------------------
PS: Não sei sua história, já que não há ficha feita, então, eu tive que inventar um background pra você. Se não curtir, me avisa e ai eu adapto a breve situação.

objetivo:
Abaixo há uma lista de coisas a se fazer em sua missão, não é preciso fazer tudo, mas escolha as coisas que julgar interessante e apresente em sua missão da forma que achar mais interessante.

- dizer o que aconteceu para que sua atenção se desviasse de seu plano original (15XP)
- combater uma gangue de 5 pessoas(100XP + 1 ponto em ataque e defesa)
- encontrar uma arma (--)
- achar alguma item de mecânico (5XP)
- achar um item verde (5XP)
- achar um tem feito de barro (10)
- usar os itens para algo engenhoso que sirva para sua missão(50 XP e 1 ponto de inteligência)
- ter hemorragia e quase morrer (50XP)
- matar alguém importante sem querer (1 ponto em todos os atributos)
- perder algum sentido para sempre (90XP + 10AP)
- descobrir uma traição (25XP)
- usar o poder 3 vezes (3AP)
-sofrer alguma consequência por causa de seus defeitos (2 pontos em inteligência)
- ortografia correta (40XP)
- dinamismo do texto (2AP)
- descrever pelo menos dois pensamentos de amor (10XP)
- Descobrir algo fascinante sobre seu passado (20XP)
- correr atrás de alvo valioso (10AP)
- encontrar rascunhos de algo e conseguir pistas sobre algo(1 pt em inteligência)
- encontrar pelo menos 2 pessoas pelo percurso (40XP)
- texto de até 50 linhas (20XP)
- texto de 100 linhas (50XP)
- Texto de 200 linhas ou mais (100XP + 20 AP)
regras:
- como eu já disse, não precisa fazer tudo, escolha o que achar viável para sua história fazer sentido.
- Ao final eu contabilizarei seus ganhos e perdas e possivelmente lhe darei um item especial
-boa sorte

Haymon Derrier


Última edição por Pluto Kohler em Seg Nov 16, 2015 2:44 pm, editado 1 vez(es)
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Re: M.OP - Passado - Rylan Gray CONCLUIDA

Mensagem por Raylan Gray em Qua Nov 11, 2015 6:19 pm

//oden, god of war

Let the night come, before the fight's won
Some might run against the test
But those that triumph, embrace the fight cause
Their fears then prove that courage exists
A
calma e a paz dessa nova cidade estavam deixando meus nervos quase à flor da pele. Os únicos momentos em que eu ficava mais relaxado era durante os treinamentos para me tornar um patrulheiro. Fiquei feliz de ser escolhido para o treinamento, embora esse não seja exatamente o meu sonho, mesmo assim é bom fazer parte dos patrulheiros, para treinar e melhorar minhas habilidades de luta, caso a cidade venha algum dia a ruir. Foi e ainda é difícil me acostumar a essa vida mais pacata. Relembro de algumas semanas atrás, quando cheguei à cidade. Nas primeiras noites eu não conseguia dormir e passava a maior parte da noite encolhido em um dos cantos mais escuros do quarto, me misturando as sombras, atento a qualquer movimento por perto. Foram noites duras, mas agora tudo parece estar se acertando. Consegui começar a dormir direito uma semana e meia após a chegada à cidade, mas ainda assim e até hoje tenho um sono muito leve. Qualquer barulho por mínimo que seja é suficiente para me acordar alarmado.

Nessa manhã acordei anormalmente do jeito comum, abrindo os olhos devagar e reparando que era manhã. A calma da situação me fez estranhar e por um segundo esqueci onde eu estava e fui invadido por uma onda de pânico. Saltei da cama e olhei ao redor, até notar que estava no meu dormitório e tudo estava calmo. A única coisa errada é que eu estava ligeiramente atrasado, não ia dar tempo de tomar banho...

Sou retirado do meu devaneio sobre os momentos anteriores por uma brisa fria que assopra meus cabelos na minha cara. Afasto, ainda caminhando e olho para o lado da brisa, instintivamente para fazer o cabelo voar para fora do meu rosto. Viro o rosto bem a tempo de ver um tornozelo sumir por trás de uma curva no fim de um beco e pelo jeito, o dono do tornozelo estava com pressa. Sempre fico como um dos últimos no grupo de jovens que correm todo dia de manhã para o centro de treinamento dos patrulheiros e por isso, escapar é mais fácil. Finjo estar ofegando e paro de correr, deixando todos passarem à minha frente. Ninguém fala nada, pois a maioria eu nunca conversei e sou chato com aqueles que vem falar comigo. Os anos na rua enfraqueceram minhas habilidades de comunicação social. Assim que todos passam, e ninguém está olhando, sigo pelo beco estreito onde vi a pessoa desaparecer. Quem quer que fosse não podia estar fazendo boa coisa, correndo por um beco estreito. Tento ao máximo fazer silêncio, enquanto ando e caminho até a esquina do beco. Dali eu paro e espio, à espera de algo chocante, mas o que vejo é apenas uma parede e outra esquina. Vou para a outra parede e na ponta dos pés, me aproximo da esquina, espiando de leve. Ouço vozes sussurrando e alguns zumbidos fracos. Vejo um homem virado de costas para mim e mais outras três sombras nas paredes, além da sombra de uma caixa aberta com a tampa encostada ao lado.

Afasto-me um pouco, e olho ao redor, a procura de algo caso eu precise me defender. Há ali um barril de metal, que pode vir a ser útil, mas não me serve como uma arma pra me defender, eu  vejo também uma caixa de madeira, daquelas em que se guardam uvas, uma vassoura velha, algumas pedras e um vaso artesanal de barro com o fundo quebrado. Encho os pulmões de ar e quase solto um suspiro alto, mas consigo segurar me lembrando do que estou fazendo. Em silêncio, vou até a vassoura velha, pego apenas o cabo, deixando a vassoura mesmo onde estava e me aproximo novamente da esquina, e fico escutando a conversa. Não consigo entender muita coisa, apenas algo sobre armas. As vozes deles soavam muito baixas, dificultando a minha audição. Penso em tentar olhar, mas eu provavelmente seria descoberto. Repentinamente o vento muda de direção, me trazendo as palavras deles – As armas dos Anônimos estão prontas, mas não há como trazê-las todas, vou precisar de várias viagens e algum jeito de não os fazerem desconfiarem de nada... – O resto das palavras se perde no ar e não consigo mais ouvir. Um fornecedor de armas para os “Anônimos”, seja o que for isso, não me parece algo bom e nem algo do governo da cidade, já que estamos em um beco escuro. Viro-me para sair dali e buscar alguém para resolver essa situação. Algo cai no chão onde está o grupo de pessoas e rola parando bem à minha frente, antes mesmo que eu possa me virar. É um cilindro de metal de mais ou menos 3 centímetros de diâmetro 30 centímetros de comprimento. Tento me afastar, assim que o som dos passos começa, mas estou simplesmente paralisado. Sei que se eu continuar ali vou ser pego e não quero isso, quero sair dali. Apesar dos meus anos brigando na rua, ainda não sei se consigo lutar contra cinco caras se for preciso e tenho a impressão de que vai ser. Por fim, consigo dar um passo para trás, mas é exatamente no momento em que um cara surge à minha frente, e abaixando para pegar o objeto. Observo-o pegar o objeto e só quando está se levantando é que nota minha presença. Inicialmente ele expressa confusão com sua expressão fácil, e imagino que eu deva estar quase igual, mas logo sua confusão é superada e um sorriso confiante estampa sua face e começa a alternar o olhar entre minha face e o cabo de vassoura em minhas mãos. Suspiro. Vai haver confusão.

-Ei rapazes, olha só o que eu achei aqui – diz ele, estendendo o braço com o cilindro de metal que se expande, com alguns cliques, formando um bastão de cerca de 1 metro e meio de comprimento. O cara com o bastão tem uma postura bastante confiante e suas mãos estão firmes nele. Ele provavelmente sabe o que está fazendo e deve ter alguma habilidade com tal bastão. Não gosto nada disso. Isso não vai ficar bom. Os companheiros do primeiro cara que vi aparecem logo atrás dele com expressões preocupados até me verem e notarem que é só um garoto. A expressão deles relaxa na hora e alguns até sorriem com deboche. Sinto como se eu fosse uma represa que começasse a rachar. Sinto minha respiração ficar mais rápida. E o medo que eu sentia antes vai sumindo, todo meu raciocínio sobre o que é melhor fazer vai ficando escasso. Estreito os olhos, encarando cada um deles. – Vamos acabar com esse garoto, rapazes. Enviar um recado para a “cidade segura” – diz o cara com o bastão em um tom de escárnio e se aproximando. Sinto uma leve brisa soprar contra mim. E sorrio com a irritação se transformando em confiança. O cara se aproxima e tenta uma estocada com o bastão em direção ao meu estômago, mas impulsiono minhas pernas e sou carregado pelo vento meio metro para trás. Firmo minhas pernas novamente no chão, enquanto ele olha rapidamente confuso. E aproveito que está esticado, para girar com o cabo de vassoura, tentando acertar-lhe a cabeça, sendo mais rápido ele consegue abaixar o bastão, me fazendo tropeçar e cair girando no chão. Bato o ombro e sinto uma onda de dor se espalhar a partir do ombro por um rápido instante. Obviamente vai ficar roxo.

Respiro fundo e olho para cima. Vejo-o descendo novamente o bastão e giro para o lado, saindo da trajetória. Rapidamente me levanto, me impulsionando com as mãos e salto, sendo pego pela brisa. Afasto-me alguns metros deles, tendo perdido o cabo de vassoura. Paro para pensar no que fazer, enquanto eles riem da minha cara que provavelmente demonstra o quanto preciso de alguma ajuda. A risada deles é como um combustível para mim, ligando o motor de algo sombrio. Não gosto que debochem de mim e não deixo quem o faz, sair ileso. Abaixo o olhar e corro agora impulsionado pela raiva e pelo instinto e salto quando estou à cerca de um metro do cara com o bastão retrátil, atingindo-o de surpresa com um dos meus pés em sua cabeça, quando ele se abaixa, achando que eu iria continuar correndo. Infelizmente, meu golpe foi o suficiente somente para desequilibrá-lo e fazê-lo cair. A falta de peso me ajuda a “voar”, no entanto retira força dos meus golpes pelo meu pequeno peso. Trinco os dentes. Uma onda de vaia se ergue dos outros homens que assistiam, fazendo o cara do bastão bufar e se levantar novamente com raiva. Ele se apoia rapidamente no bastão enquanto levanta.

Encaramo-nos por algum tempo, eu sem saber o que fazer, diante da raiva estampada no rosto dele. Ele ergue o bastão e o desce, com o objetivo de acertar minha cabeça. Afasto-me para trás e piso na ponta do bastão me jogando para frente, quando ele toca o chão pondo todo meu peso sobre ele. Sinto o bastão escapar das mãos dele e a vibração, quando a outra ponta bate no chão perdendo o equilíbrio, até colocar o outro pé no chão. Frustrado ele vem para cima de mim, ouvindo os incentivos e vaias de seus outros quatro parceiros. Ele não tenta me socar ou chutar, ele se joga sobre mim, me jogando sobre o chão e começa a tentar socar minha cara, mas consigo desviar dos primeiros golpes, fazendo-o acertar o chão e arquejar com dor. Por fim, ele consegue acertar um dos socos em minha cara, e sinto o estalo em meu nariz. Sinto o sangue quente escorrendo de meu nariz pelas bochechas e pela boca. Sinto o gosto do sangue em meus lábios e de repente a minha visão fica vermelha e é como se houvesse um contêiner de fúria que se arrebenta, liberando toda a fúria dentro de mim. Levanto um braço, socando o estômago do cara em cima de mim, que cai para o lado sem ar. Ergo o braço e desço-o lateralmente, acertando meu punho na cara do homem.

Levanto-me, e pego o bastão, enquanto os outros caras sorriem e se aproximam estalando os dedos, parecendo determinados, agora que um de seus companheiros foi derrotado. Não retribuo o sorriso, sentindo a fúria ainda preenchendo meu corpo e comandando meus movimentos. Corro com o bastão apontado para um dos quatro homens que estavam nos cercando, o mais próximo da ponta, e ataco-o com o bastão, trazendo-o para cima, quando estou perto o suficiente, fazendo-o acertar o queixo do sujeito e derrubando-o na hora, pela surpresa. Continuo a levantar o bastão e quando ele está tentando levantar desço o bastão novamente, acertando-o sobre sua cabeça. Menos um. Faltam três. Alguém me agarra por trás, segurando-me pelo tronco e prendendo meus antebraços. Contorço-me, mas não consigo me soltar. Os outros dois que faltavam vêm à minha frente carregando expressões irritadas em suas faces, Continuo me contorcendo no abraço do cara que me segura, até que lembro que o bastão está em minhas mãos ainda. Abaixo a cabeça e levanto uma ponta, girando o pulso fazendo o bastão acertar em algum ponto da lateral da cabeça do homem que grunhe e me aperta com mais força, me fazendo perder o ar e soltar o bastão. Não vejo o golpe, apenas sinto a pancada. Um punho acerta meu maxilar, me fazendo grunhir também. Estico as mãos para trás e agarro com toda a força o membro viril do cara atrás de mim. Ele me solta na hora, surpreso e com dor. Me abaixo, a tempo de evitar um segundo soco, que acerta a cabeça do cara que anteriormente me segurava e agora abaixava. Lembro-me da caixa no fundo do beco e rolo para o lado, esticando a mão para pegar o bastão que uso para bater nas pernas do cara que acertou o que me segurava com um soco. Levanto-me rapidamente e corro em direção ao fundo do beco, tendo a passagem livre. Viro a esquina e corro até a caixa. Rapidamente vejo que além de vários bastões iguais a este, há armas de choque e pistolas e por sorte, vejo no fundo da caixa uma corrente que acho que deve ser uma kusarigama. Meus anos na rua me fizeram aprender a lidar com quase qualquer tipo de arma e as correntes eram as mais fáceis de conseguir, tendo-as em quase todo lugar, mas não só isso. As correntes se tornaram minhas armas favoritas. Estico a mão e pego uma das primeiras armas que encontro. Não há nada de especial nele, é apenas uma arma, mas embaixo há uma pequena caixa de metal que estico a mão para ver o que seja, mas o primeiro tiro contra mim é disparado. Me abaixo e não vejo de quem ou de onde veio o tiro. Olho para o alto vendo a altura dos prédios. Um é de apenas um andar com o teto reto e o outro é um prédio de três andares. Não há brisa que me ajuda agora, então enfio a pistola no bolso da calça e salto, girando o bastão acima da cabeça, usando-o para me impulsionar para cima.  Ouço mais alguns tiros, e sinto a lateral de minha perna queimar, como se tivesse sido marcada com ferro em brasa.

Por um instante, paro de girar o bastão, mas ali em cima não há o bloqueio das paredes, de modo que sou carregado pelo ar para cima do telhado, onde caio. Seguro a perna e me encolho. Eles ainda disparam mais alguns tiros que acertam as bordas de concreto do telhado, arrancando estilhaços. Demoro alguns segundos, tomando a coragem de olhar para o ferimento na minha perna. Pela dor, imaginei que faltasse uma parte da minha panturrilha, mas quando olho, vejo somente um ferimento com as bordas queimadas que pegou só de raspão em minha perna. Ouço as vozes dos dois homens restantes no beco, e ouço um deles começar a respirar com mais dificuldade, enquanto tem uma discussão. Aproximo-me da borda e pego a arma. Espio por cima da borda do telhado, vendo-os caminhando apressadamente enquanto carregam a caixa para fora do beco. Aponto a arma em direção ao que estava com a arma e atiro. O primeiro tiro eu erro, mas continuo atirando. É uma pistola simples com dez tiros. Assim que eles percebem o que está acontecendo, tentam correr, mas consigo por fim acertar dois tiros no cara com a arma e um que acerta na cintura do outro cara. Afasto-me novamente da borda, deitando, agora quase completamente relaxado. Sinto algo me incomodar e ergo um pouco as costas, para tirar o que lembro ser meu celular do bolso. Faço uma ligação rápida para a polícia da cidade, informando a localização dos cinco caras. Só sinto que é uma grande pena eu não conseguir descer para pegar a kusarigama, antes que os patrulheiros cheguem e nos encontrem ali.

Habilidaes/Defeitos:
Defeitos -
✦CHATICE: Ser chato é um defeito leve, mas que pode causar sérios problemas de companheirismo. Em missões por exemplo, em atividades de grupo, o CHATO, terá menos chances de ter sua opinião aceita, mesmo que este esteja certo. 1AP

✦IRA: Os irados são aqueles que perdem a calma e agem por impulso em momentos de insanidade. São facilmente provocados e entram num estado de cólera que podem se tornar mortal. O irado não mede seus atos ou palavras e podem comprometer um grupo de amigos com muita facilidade. O irado quer impor sua opinião sempre e se não conseguir por palavras ele apela para a força. Se a ira permanecer, o irado entra num estado de Berserker, ou seja, sua força é multiplicada por 3 e seus inimigos podem ser qualquer um. 7AP

Atributos:
Atributos :
   Ataque 1
   Defesa 2
   Vitalidade 1
   Inteligência 3
   Força 1
   Poder 1
   Resistência 1


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Re: M.OP - Passado - Rylan Gray CONCLUIDA

Mensagem por Pluto Kohler em Qua Nov 11, 2015 7:09 pm

AVALIAÇÃO
Sensacional, sem mais!

OBJETIVOS CONQUISTADOS
- dizer o que aconteceu para que sua atenção se desviasse de seu plano original (15XP)
- combater uma gangue de 5 pessoas(100XP + 1 ponto em ataque e defesa)
- encontrar uma arma (--)
- achar alguma item de mecânico (5XP)
- achar um tem feito de barro (10)
- usar os itens para algo engenhoso que sirva para sua missão(50 XP e 1 ponto de inteligência)
- ter hemorragia e quase morrer (50XP)
- matar alguém importante sem querer (1 ponto em todos os atributos)
- usar o poder 3 vezes (3AP)
- ortografia correta (40XP)
- dinamismo do texto (2AP)
- Descobrir algo fascinante sobre seu passado (20XP)
- correr atrás de alvo valioso (10AP)
- encontrar pelo menos 2 pessoas pelo percurso (40XP)
- texto de até 50 linhas (20XP)
- texto de 100 linhas (50XP)

PREMIAÇÃO TOTAL
400 XP
15AP
2 ponto ATQ
2 ponto DFS
1 ponto VIT
2 pontos INT
1 ponto FRÇ
1 ponto RES
1 ponto PDR

Pistola S (uma arma simples com poder de tiro de 20 pontos)
10 balas


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